Os Perigos dos Vírus de Computador

Não passa se passa um mês para ganhar outro susto! Por mais que os antivírus sejam capacitados, sempre existe pelo menos algum viral capaz de ultrapassar as defesas do comutador e afetar parte a parte até checar na placa mãe, a abelha rainha da colmeia. Em 2001, 2,3 milhões de computadores foram infectados pelo vírus SIRCAM, outros milhões de máquinas receberam danos por CODERED. Ainda pior, o vírus LOVELETTER atingiu número estimado de 45 milhões de computadores em um único dia no ano 2000, conforme afirma os Laboratórios ICSA, líder em pesquisa de segurança, inteligência e certificação na área de informática.

LOVELETTER X Mundo Corporativo

A mesma instituição afirma que no ano de 2011 foram 113 mil infecções de computadores danificados pelos LOVELETTER. A taxa está aumentando. ICSA diz que a probabilidade de contrair vírus de computador dobrou para cada um dos últimos cinco anos. O vírus atingiu o mundo corporativo em níveis consideráveis, um único computador infectado pode propagar o vírus entre toda a rede corporativa. Empresas especializadas em proteção contra vírus estimam que dois terços das empresas dos Estados Unidos sejam atacados por vírus a cada ano. Um terço dessas empresas relatou que os vírus nocautearam os servidores para média mínima de 5,8 horas por infecção, sendo que 46% das empresas necessitaram de prazo maior de 19 dias para recuperar do incidente vírus.

LOVELETTER X Mundo Corporativo

LOVELETTER X Mundo Corporativo

Recuperação Custosa

Os incidentes de virais em computadores possuem custo pesado. As pesquisas Computer Economics estima que as empresas gastem 10,7 bilhões dólares para se recuperarem de vírus e ataques em 2001. A revista de tecnologia The Industry Standard (www.thestandard.com) coloca o custo mais alto, em cima de 266 bilião dólares. Qualquer que seja o número real está claro que os vírus de computador são caros para todos os tipos de níveis aquisitivos.

Vírus Virtuais e Gastos Reais

Basta observar aos custos causados por vírus individuais. Por exemplo, a Computer Economics estima que às empresas o vírus NIMDA tenha custado 590 milhões de dólares em custos de limpeza. CODERED e LOVELETTER foram ainda mais caros, correndo os custos de 2,6 bilhões de dólares cada. Para a empresa individual os custos podem ser surpreendentes. Os Laboratórios ICSA estimam que a média do custa da limpeza entre grandes e pequenas empresas varia entre cem mil dólares e um milhão de dólares ao ano. Os vírus são virtuais e o dinheiro aos gastos é real. Infelizmente, este problema parece que vai desaparecer. Na verdade a problemática aumenta conforme acontece o desenvolvimento da tecnologia. Existe inclusive a lenda de que os autores dos vírus formam a mesma equipe que idealizada os melhores e mais correntes antivírus.

Vírus Biológicos e Virtuais

O termo vírus foi aplicado a este tipo de software cedo na história do computador. É uma metáfora porque os virais computacionais são semelhantes em muitos aspectos aos vírus biológicos que atacam organismos humanos. Vírus nada mais representam do que fragmentos de DNA revestidos de revestimento protetor. A reprodução acontece por injeção do DNA na célula hospedeira. O DNA, em seguida, utiliza mecanismos normais da célula hospedeira para se reproduzir. Os virais de computadores funcionam como de maneia semelhante aos biológicos. Muitos vírus estão escondidos no código de software “infectado”. São chamados de vírus de arquivos e infectam quando o programa hospedeiro está lançado. Neste momento o código do vírus também é executado e carregado na memória do computador. A partir deste momento, o vírus procura o código para outros programas em sistemas que podem infectar. Quando encontram novas vítimas acrescentam o código ao novo programa, que, agora infectado, pode ser usado para infectar outros computadores.

Perigo em Contrair Vírus de Computador

Muitas pessoas preferem fazer pagamentos online para funcionários ou mesmo no sentido de comprar presentes. O momento de colocar a senha do cartão é complicado, diversas incertezas partem a mente, mas o preço da promoção acaba por ser fato de convencimento. Declarações dos cartões de créditos são entregues em formato PDF via e-mail e as movimentações são controláveis de maneira fácil. Porém, por mais cuidado que exista no controle, sempre vai existir o perigo de contrair vírus que copiam as senhas bancárias. Existem compradores que enxergam preocupações consideráveis em torno dos vírus, por vezes medida com certo nível de paranoia. Infelizmente, neste caso, é bom ser um pouco paranoico, desde que você use os computadores para armazenar informações pessoais e de negócios, para realizar transações bancárias, compra de produtos utilizando o seu número de cartão de crédito e para preencher formulários com seu Número de Segurança Social, por exemplo. Ninguém quer que qualquer hacker aleatório tenha acesso a este tipo de informação.

Nota Fiscal Paulista X Vírus

Em 2012 a notícia de que o sistema de nota fiscal paulista foi invadido por vírus representou aspecto negativo para o programa que até então era medido com perfeição frente aos olhos da população. Hackers copiam as senhas no sentido de retirar os créditos e conceder doações para ONGs. Neste sentido, as Organizações Não Governamentais que receberam as quantias financeiras doadas sem autorização pelos verdadeiros donos das contas são os principais suspeitos de liderarem a quadrilha virtual.

Vírus – Perigo!

Quais são os perigos de vírus de computador? Como contratá-los? Na maioria das vezes, os vírus estão em anexos de e-mail, download de arquivos e programas a partir da Internet, ao abrir cartões suspeitos e protetores de tela, clicar em determinados links e às vezes apenas no ato de visitar algum site mal-intencionado. Por isso se faz importante manter antivírus que oferece uma ampla proteção contra ameaças e que se atualiza semanal ou diariamente, dependendo de quanto tempo o computador fica conectado à Internet. Tenha mente que o melhor está em ter antivírus atualizado todos os dias. Pequenos pedaços de programas criados para causar estragos em seu computador e espalhar através da Internet para outros usuários. Representam códigos que atribuem problemas a outros programas do computador. Podem destruir arquivos e, em casos mais graves, até mesmo o sistema operacional (Windows, Mac ou Linux). Embora a maioria dos ataques seja direcionada aos usuários de Microsoft, há alguns vírus que pode atacar outros sistemas, como o Mac OS X, que possui Linux.

Artigo escrito por Renato Duarte Plantier

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Categoria(s) do artigo:
Segurança

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